Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/1785
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dc.contributor.authorMendes, João Maria-
dc.date.accessioned2015-09-16T12:03:48Z-
dc.date.available2015-09-16T12:03:48Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.isbn972-8197-47-2-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1785-
dc.description.abstractEm lugar de se distanciar da escalada do “terrorismo de Estado”, pelo lado israelita, e da escalada de violência suicidária palestiniana, a UE refugiou-se na condenação formal de todas as formas de violência terrorista. A “ofensiva Sharon” suscitou repúdio em parte da opinião pública e poderes europeus, mas a ausência de uma atitude coerente e explícita face ao terrorismo suicidário palestiniano, expressa em sanções concretas dirigidas aos governos, organizações ou indivíduos que o promovem, não credibiliza a UE como parceira com capacidade para intervir nas negociações de paz.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleA UE incapaz de rejeitar o duplo terrorismo israelita e palestinianopor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleJanus 2003: a convulsão internacionalpor
dc.peerreviewednopor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2003/2003_2_4_12.htmlpor
Appears in Collections:OBSERVARE - JANUS 2003 - A convulsão internacional

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