Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/1419
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dc.contributor.authorGouveia, Jorge de Sá-
dc.date.accessioned2015-07-08T10:44:40Z-
dc.date.available2015-07-08T10:44:40Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.isbn989-619-020-8-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1419-
dc.description.abstractO cinema fez cem anos em 1995. Como celebrará os 150 ou os 200? Manter-se-á o impulso que há mais de um século leva milhões de pessoas a entrarem em salas escuras à procura de histórias contadas por imagens em movimento? Sabemos que a apetência dos públicos por narrativas se tem mantido intacta ao longo dos séculos, independentemente das culturas de onde elas provêm. Mas as histórias genuinamente originais são, na verdade, muito poucas, abundando, isso sim, uma vasta série de variantes. O que tem, então, evoluído mais significativamente ao longo dos tempos? Uma das respostas a esta pergunta é consensual: as tecnologias utilizadas.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleO salto tecnológico para o cinema digitapor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleJanus 2006: A nova diplomaciapor
dc.peerreviewednopor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2006/2006_2_2_8.htmlpor
Appears in Collections:OBSERVARE - JANUS 2006 - A nova diplomacia

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