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dc.contributor.authorNeves, António Oliveira das-
dc.date.accessioned2015-07-02T14:32:42Z-
dc.date.available2015-07-02T14:32:42Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.isbn978-989-619-135-1-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1337-
dc.description.abstractmodelo historicamente predominante de organização do trabalho nas explorações agrícolas desenvolve-se em torno do empresário agrícola, mais apropriadamente do chefe de exploração que envolve nas tarefas quotidianas o núcleo do agregado familiar e recorre ao assalariamento sazonal, de acordo com as necessidades decorrentes da natureza das culturas e das actividades técnicas básicas e/ou secundárias. Este modelo encontra-se presente nos países da União Europeia com agriculturas mais desenvolvidas servindo como exemplo, por todos, a França onde, no final dos anos noventa, cerca de noventa e cinco por cento das explorações não recorriam a trabalho assalariado permanente.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleMultifuncionalidade e renovação do trabalho agrícolapor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleJANUS 2008 - O que está a mudar no trabalho humanopor
dc.peerreviewednopor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2008/2008_4_2_2.htmlpor
Appears in Collections:OBSERVARE - JANUS 2008 - O que está a mudar no trabalho humano

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