<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/11144/2553">
    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11144/2553</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11144/2736" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11144/2735" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11144/2734" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11144/2733" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2020-09-24T14:19:09Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11144/2736">
    <title>Inteligência emocional na seleção de pessoas: um estudo com técnicos dos recursos humanos.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11144/2736</link>
    <description>Título: Inteligência emocional na seleção de pessoas: um estudo com técnicos dos recursos humanos.
Autor: Faria, Liliana da Costa; Barros, Fabíola Mascarenhas Loureiro de
Resumo: Com o presente estudo procurou-se averiguar que conhecimentos têm os técnicos de recursos&#xD;
humanos sobre o tema da inteligência emocional, se o aplicam na prática e de que forma, e se&#xD;
as empresas onde trabalham têm implícito ou explícito este construto. No estudo empírico&#xD;
utilizaram-se entrevistas semiestruturadas dirigidas a 10 técnicos de recursos humanos,&#xD;
de ambos os géneros (4 homens e 6 mulheres), com idades compreendidas entre os 30 e 50&#xD;
anos (M = 37.5, DP = 6.84), com uma média de 8.70 (DP = 4.99) anos de experiência em processos&#xD;
de seleção de pessoas. Os dados foram tratados de acordo com a análise de conteúdo.&#xD;
Os resultados indicaram que além de conhecerem o construto de inteligência emocional,&#xD;
a grande maioria dos técnicos entrevistados considera a inteligência emocional como uma&#xD;
ferramenta importante na seleção de pessoas, sendo tanto ou mais importante do que as aptidões&#xD;
técnicas. Contudo, do ponto de vista dos técnicos, apesar das empresas em que trabalham&#xD;
valorizarem a inteligência emocional, apenas o fazem implicitamente. Com base nesses&#xD;
resultados, incentiva-se a realização de mais estudos sobre o uso da inteligência emocional&#xD;
em processos de seleção de pessoas.; Finding out what human resources’ technicians know about emotional intelligence, if&#xD;
they apply it to their practice and how and if companies where they work use this concept&#xD;
in an implicit or explicit way were the present study’s aims. In the empirical study we conducted&#xD;
semi-structured interviews with 10 human resources’ technicians, of both genders&#xD;
(4 men and 6 women), aged between 30 and 50 years (M = 37.5, SD = 6.84), with an&#xD;
average of 8.70 (SD = 4.99) years’ experience in people selection processes. The data was&#xD;
analysed according to content analysis. Besides acknowledging the concept of emotional&#xD;
intelligence, the vast majority of respondents also considered emotional intelligence as an important tool in the selection of people, being as much or more important than people’s&#xD;
technical skills. However, from the point of view of human resources’ technicians,&#xD;
the companies they work for do value emotional intelligence, but only implicitly. Based on&#xD;
these results, further studies on the use/ consideration of emotional intelligence in people’s&#xD;
selection processes are encouraged.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11144/2735">
    <title>Criatividade nas organizações: ou como sobreviver num mundo em constante mutação.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11144/2735</link>
    <description>Título: Criatividade nas organizações: ou como sobreviver num mundo em constante mutação.
Autor: Ribeiro, Luisa
Resumo: A criatividade organizacional é uma forma de sobreviver e de obter vantagens competitivas num&#xD;
mundo global. Neste contexto, a capacidade de comunicar e trabalhar com diversas culturas de&#xD;
forma competente torna-se essencial para o sucesso pessoal e organizacional. Se algumas características&#xD;
individuais parecem facilitar a criatividade, tornando alguns indivíduos naturalmente&#xD;
mais aptos para obter mais ou melhores resultados criativos, não devemos esquecer que a&#xD;
equipa (incluindo o líder) e a própria organização podem oferecer condições fundamentais para&#xD;
que a criatividade no trabalho seja maximizada. Não focando apenas um único nível de promo-&#xD;
ção da criatividade, este artigo apresenta fatores individuais, organizacionais e culturais, que&#xD;
combinados podem facilitar o trabalho criativo. Este permitirá encontrar novas soluções para&#xD;
desafios anteriormente inexistentes, de forma adequada aos atualmente crescentes contextos&#xD;
de internacionalização e expatriação. As características e condições referenciadas podem servir&#xD;
como base de trabalho para políticas de gestão de recursos humanos que possam efetivamente&#xD;
fomentar a criatividade nas organizações. Dentre as apresentadas, destacamos pela sua pertinência&#xD;
quer no campo da criatividade quer no da integração em ambientes multiculturais, a abertura&#xD;
à experiência, o apoio e cooperação do grupo e do líder, e a necessidade de políticas organizacionais&#xD;
no apoio à criatividade, multiculturalidade e expatriação.; Organizational creativity is a way to survive and gain competitive advantage in a global&#xD;
world. In such a context, the ability to skilfully interact, communicate and work with&#xD;
several cultures is essential for success, whether we consider it on a personal or organizational&#xD;
level. Even considering that some individual characteristics seem to facilitate creativity,&#xD;
thus rendering those individuals more apt for creative results, we should not forget that&#xD;
the team (including the leader) and the organization itself can offer essential conditions so&#xD;
that creativity at work be maximised for any worker. By not focusing on a single level of creativity promotion, this article presents individual, group, organizational and cultural&#xD;
factors that can be combined in order to facilitate creative outcomes. These will allow for&#xD;
finding new solutions for previously non-existing challenges, adequately suited to growing&#xD;
international and expatriation contexts. The mentioned characteristics and conditions can&#xD;
be used as a work basis for human resources management policies that will effectively promote&#xD;
organizational creativity. Among the presented factors, we highlight the pertinence&#xD;
for both creativity and multicultural environments integration of openness to experience,&#xD;
leader and team support and cooperation, and the need for organizational policies fostering&#xD;
creativity, multiculturalism and expatriation.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11144/2734">
    <title>Vulnerabilidade ao stresse e qualidade de vida nos cuidadores formais.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11144/2734</link>
    <description>Título: Vulnerabilidade ao stresse e qualidade de vida nos cuidadores formais.
Autor: Caçote, Cláudia Marques; Faria, Liliana da Costa
Resumo: Este estudo tem como objetivo analisar as relações entre a vulnerabilidade ao stresse profissional&#xD;
e a qualidade de vida no trabalho num grupo de cuidadores formais de pessoas com deficiência.&#xD;
Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo correlacional e transversal. A amostra foi composta&#xD;
por 225 cuidadores formais de pessoas com deficiência, de ambos os sexos, 207 mulheres&#xD;
(92.44%) e 18 homens (7.56%),e com idades compreendidas entre os 18 e os 56 anos (M = 43.91;&#xD;
SD = 28.43).Foram utilizados dois instrumentos, o questionário sobre qualidade de vida no&#xD;
trabalho (importância e frequência) de Rafael e Lima (2007, 2008) e o questionário de vulnerabilidade&#xD;
ao stresse (23 QVS) de Adriano Vaz-Serra (2000). Os resultados obtidos evidenciaram que&#xD;
os participantes apresentam níveis elevados de vulnerabilidade ao stresse profissional e baixos&#xD;
níveis de qualidade de vida no trabalho. Verificou-se, ainda, que a qualidade de vida no trabalho&#xD;
(escala de importância) prediz a vulnerabilidade ao stresse e explica 54% da sua variância.; This study aims to analyse the relationship between stress vulnerability and quality of&#xD;
work life in formal caregivers of individuals with disabilities. Two hundred and twenty five&#xD;
formal caregivers of disabled people participated, of both sexes (207, 92.44% women; 18,&#xD;
7.56% men), aged between 18 and 56 years old (M = 43.91; SD = 28.43). The study’s design is&#xD;
quantitative, descriptive-correlational and cross-sectional. We used the quality of work life&#xD;
questionnaire (importance and frequency) and the 23 stress vulnerability questionnaire, to&#xD;
evaluate the quality of work life and the stress vulnerability, respectively. The results&#xD;
showed that participants have high levels of stress vulnerability and low levels of quality of&#xD;
life at work. Results also showed that that quality of life at work (importance scale) predicts&#xD;
vulnerability to stress and explains 54% of its variance.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11144/2733">
    <title>A promessa percebida no setor do retalho – um estudo comparativo sobre contrato psicológico.</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11144/2733</link>
    <description>Título: A promessa percebida no setor do retalho – um estudo comparativo sobre contrato psicológico.
Autor: Gervásio, Luís Miguel Brito; Piteira, Maria Margarida Cróca
Resumo: Apresenta-se um estudo comparativo, no setor alimentar, incidindo nas diferenças entre&#xD;
o pequeno e o grande retalho. Partindo da literatura sobre o Contrato Psicológico (Rousseau,&#xD;
2000; 2008), em contexto de trabalho, definiu-se o objetivo de compreender quais os fatores&#xD;
diferenciadores, no (in)cumprimento do Contrato Psicológico, entre os colaboradores&#xD;
do grande retalho e os do pequeno retalho. Adotou-se o Psychological Contract Inventory,&#xD;
desenvolvido por Rousseau (2008); traduzido e testado para a população de língua portuguesa&#xD;
por Palanteão (2011). O estudo realizou-se numa grande superfície comercial retalhista.&#xD;
A amostra, selecionada por conveniência, é constituída por 73 indivíduos: 37 indivíduos pertencem&#xD;
ao grande retalho; e, 36 pertencem ao pequeno retalho, sendo estes últimos, clientes&#xD;
da superfície comercial em estudo. Seguiu-se uma análise comparativa entre os dois grupos&#xD;
de colaboradores. Os resultados demonstram existir diferenças significativas na percepção&#xD;
dos colaboradores entre os dois sectores em relação aos diferentes tipos de Contrato Psicoló-&#xD;
gico existentes; nomeadamente, nos tipos de contrato relacional e transacional, e nos&#xD;
índices de satisfação. Na sequência destes resultados, evidencia-se uma nova variável a explorar&#xD;
em futuros estudos – a dimensão organizacional – a qual pode condicionar os tipos&#xD;
de Contrato Psicológico, bem como os índices de satisfação dos trabalhadores.; This article presents a comparative study in the food retail industry and focuses on the&#xD;
differences between large and small retail. Based on the literature of the Psychological Contract&#xD;
(Rousseau, 2000; 2008) at the workplace, the study aimed to comprehend which are the&#xD;
differentiating factors in the (non) compliance of the Psychological Contract between&#xD;
the employees of large and small retail. The questionnaire: Psychological Inventory Contract,&#xD;
developed by Rousseau (2008); translated and adapted to the Portuguese-speaking population by Palanteão (2011) was adopted. The study was conducted in a large retail sales area,&#xD;
where a convenience sample of 73 individuals was collected: 37 individuals from large&#xD;
retail; and 36 from small retail. The latter were customers of the large retail commercial&#xD;
area in which the study was conducted. Results show significant differences in the employees’&#xD;
perception of the types of Psychological Contract existent between each of the&#xD;
retail sectors, namely, the relational and transitional contract types, and the satisfaction&#xD;
level of the employees. Based on these results, a new variable to explore in future studies on&#xD;
the Psychological Contract has emerged: the organizational dimension, which may determine&#xD;
the types of Psychological Contract, as well as the inherent satisfaction rates.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

