Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/524
Title: Portugal na Grande Guerra. O recrutamento, a mobilização e o roulement nas frentes de combate. Factos e números
Authors: Fraga, Luís Alves de
Keywords: CEP
Corpo Expedicionário Português
Grande Guerra
1.ª Guerra Mundial
Exército
França
Trincheiras
Sidónio Pais
Roulement
Inglaterra
Issue Date: 1996
Publisher: Comissão Portuguesa de História Militar
Citation: FRAGA, Luís Alves de - Portugal na Grande Guerra. O recrutamento, a mobilização e o roulement nas frentes de combate. Factos e números, Lisboa: Separata das Actas do VII Colóquio de História Militar – Comissão Portuguesa de História Militar, 1996, 39 p.
Abstract: Há já alguns anos que, debatendo-me sobre a problemática do anacronismo, me interrogava se era lícito discorrer e aplicar agoraa um qualquer contexto histórico um conceito que nos é actual, mas que, admitimos, tenha tido existênciano passado, embora dele, então, não houvesse completa consciência. Depois de muito estudo comparativo e meditação, conclui que não se pode generalizar automaticamente, porque há conceitos que são de todos os tempos e outros que variaram com as alterações culturais que a marcha dos séculos vai gerando em todos os lugares. Está no primeiro caso o conceito de estratégia. Realmente, mesmo desconhecendo quaisquer bases teóricas, o Homem sempre fez estratégia, isto é, sempre usou de estratagemas quevisavam ludibriar, pelo menos temporariamente, o adversário para conseguir alcançar objectivos que já antes definira, negando-lhe idêntica atitude. Infere-se daqui que só há — houve — estratégia quando há — houve — conflito, isto é, quando o outroé olhado como adversário. É claro que a conflituosidade pode ser declarada ou encontrar-se incipientemente esboçada; tal facto não invalida a prática de uma estratégia. Poderse-ia dizer, até, que nesta última circunstância o desenvolvimento do estratagema tenderia a ganhar contornos de maior subtileza para evitar rupturas desnecessárias ou inconvenientes. Em suma, não há estratégia quando a relação é cooperante.
Peer reviewed: no
URI: http://hdl.handle.net/11144/524
Publisher version: http://www.cphm.pt/pdf/actas%20trabalho/7%20-%201996_Actas_VII_Coloquio.pdf
Appears in Collections:DRI - Comunicações em conferências
BUAL - Comunicações em conferências

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