Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/3922
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dc.contributor.advisorBrites, Rute-
dc.contributor.authorNunes, Emília Isabel Luziário-
dc.date.accessioned2018-11-08T17:51:34Z-
dc.date.issued2018-10-02-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/3922-
dc.description.abstractEste trabalho surge no âmbito de um estágio curricular realizado numa casa abrigo. Para além do meu interesse em estudar e perceber um pouco melhor a situação da violência doméstica, sempre associada ao papel dos filhos/crianças, esta oportunidade acabou por impulsionar a realização do meu relatório final para obtenção de grau de mestre em Psicologia Clinica e de Aconselhamento. A violência doméstica é cada vez mais alvo de estudo e de preocupação na nossa sociedade. Depois de um período de silêncio, tem começado a ser cada vez mais denunciada. Vítimas que passam por sentir vergonha, começam cada vez mais a denunciar agressores, para protegerem as suas vidas e a dos seus filhos. Estes crimes originam anualmente inúmeras mortes. Dados do último relatório anual da Associação de Apoio à Vitima (APAV) mostram que no ano 2016 foram cometidos 16461 crimes de maus tratos psíquicos e maus tratos físicos. A maior parte das vítimas são mulheres e crianças. Os dados mostram que, por dia, cerca de 14 mulheres e 2 crianças são vítimas de violência e maus tratos. Em 2016 foram identificadas 9347 vítimas diretas de 21315 crimes e outras formas de violência. Os crimes contra as pessoas representam 93.3% de todos os crimes identificados a nível nacional (Relatório anual APAV, 2016). No entanto, frequentemente, quando se fala em violência doméstica, fala-se de crianças que assistem a mães agredidas. Este ato, denominado de violência interparental, levanta questões relacionadas com o impacto nestas crianças. A violência interparental constitui uma forma de maus tratos à criança (Sani, 2006). Embora esta possa não ser o alvo direto da violência perpetrada no contexto doméstico, o fato de observar os conflitos entre os pais, duas figuras importantes de vinculação num contexto essencial para o seu desenvolvimento, faz da criança também uma vítima (Sani, 2011). Em Portugal, desde o ano 2000, foram criadas diversas estruturas de apoio a vítimas de violência doméstica, nomeadamente as casas abrigo. Estas casas proporcionam às vítimas de violência doméstica e aos seus filhos um ambiente securizante, onde podem restruturar as suas vidas, criando um novo projeto de vida. Este relatório está organizado em três partes distintas. A primeira parte diz respeito ao enquadramento teórico, onde foi realizada uma revisão sobre a literatura existente sobre o tema. Na segunda parte, estão descritas todas as atividades realizadas durante o estágio, nomeadamente a apresentação dos dois casos clínicos, que foram acompanhados. Na terceira parte estão as reflexões e conclusões finais.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectViolência domésticapor
dc.subjectcriançaspor
dc.subjectviolência interparentalpor
dc.subjectcasas abrigopor
dc.titleCrianças Vítimas (In) Diretas da Violência Domésticapor
dc.typemasterThesispor
thesis.degree.nameDissertação de Mestrado em Psicologia. Psicologia Clínica e de Aconselhamentopor
dc.subject.fosDomínio/Área Científica::Ciências Sociais::Psicologiapor
dc.identifier.tid201978431por
dc.date.embargo2021-10-03-
Appears in Collections:DPS - Dissertações de Mestrado

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