Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/3861
Title: Il non-finito: architettura dei resti urbani
Authors: Causin, Eleonora
Orientador: Mateus, Francisco Aires
Moreno, Joaquim
Keywords: città
spazio urbano
cidade
espaço urbano
Issue Date: 18-Jun-2018
Abstract: La seguente dissertazione è il risultato di una riflessione per-sonale sulla riqualificazione di luoghi critici e abbandonati, di scenari degradati e indefiniti attuabile nel contesto urbano. Le città in cui viviamo sono composte da parti differenti, fatti contemporanei e atavici che creano un gioco di compresenze difficile e allo stesso modo affasciante, capace di offrirsi a noi come potenzialità in continuo divenire. La prima parte della tesi cerca di seguire un percorso che a differenza della cancellazione riallacci un rapporto con il contesto e i suoi elementi attraverso la loro reinterpretazione. Se nel Palinsesto di André Corboz il territorio è una superficie cancellabile e riscrivibile secondo le necessità del presente, che lascia tracce non riconoscibili, nella città analoga di Aldo Rossi la composizione non lascia tracce ma è visibile. La permanenza di un manufatto all’interno della città può essere quell’elemento di continuità attraverso la sua reinterpretazione analogica capace di gettare le basi per nuovi innesti nella creazione di uno spazio urbano in cui identificarsi. L’osservazione attenta del sito e la scelta di quegli elementi preesistenti, che possano funzionare assieme a un progetto adatto alla contemporaneità, è una maniera di approcciarsi ai resti urbani, reintegrandoli attraverso la combinazione di passato e presente, di nuovo e as found. In opposizione alla crescita per accumulazione, si ipotizza un progetto che rivaluti e recuperi uno di questi frammenti residuali di città. La realizzazione di uno spazio per la danza concretizza il tentativo di dare una nuova possibilità agli anfratti di paesaggio urbano che per differenti motivi sono stati deturpati dall’uomo con architetture incompiute. Il non-finito, sineddoche di un insieme invisibile, è aperto a diverse interpretazioni non solo concettuali, ma anche a quel cominciamento tramite il quale: “le cose possono cominciare ad essere” 1 . Riflettendo sulla temporalità, la sovrapposizione, e l’indeterminata vita dell’edificio, l’intento del lavoro è quello, infine, di ripensare l’incompiuto e le rovine contemporanee come luoghi da rigenerare e non da cancellare, occasioni di nuove relazioni, e in attesa di divenire qualità per la città e non più ferite visibili. Rileggere il paesaggio del degrado sotto nuovi occhi è occasione per riaggiustare i danni compiuti dall’uomo in vista di uno spazio per il futuro.
A presente dissertação é o resultato de uma riflessão pessoal so-bre a riqulificação de lugares criticos e abandonados, de cenàrio degradados e indefinidos, que podem ser implementados no contexto urbano. As cidades nas quais vivemos são compostas por partes diferentes, factos contemporâneos e atávicos que criam um jogo de coexistência difícil e igualmente fascinante, capaz de tornar-se um potencial em contínua evolução. A primeira parte da tese tenta seguir um caminho que, ao contrário da cancelação, restabelece uma relação com o contexto e os seus elementos, através da sua reinterpretação. Se no Palimpsestode André Corboz o território é uma superfície apagável e regravável de acordo com as necessidades do presente, que deixa traços irreconhecíveis, na Cidade Análogade Aldo Rossi a composição não deixa vestígios, mas é visível. A permanência de um artefato dentro da cidade pode ser aquele elemento de continuidade que, através de sua reinterpretação analógica, è capaz de lançar as bases para novos enxertos na criação de um espaço urbano no qual identificar-se. A observação cuidadosa do lugar e a escolha de elementos preexistentes, que podem trabalhar em conjunto com um projeto adaptado ao contemporâneo, é uma maneira de aproximar os restos urbanos reintegrando-os através da combinação de passado e presente, novo e as found. Em oposição ao crescimento por acumulação, é hipotetizado um projeto que reavalia e recupera um desses fragmentos residuais da cidade. A realização de um espaço para a dança concretiza a tentativa de dar uma nova possibilidade aos recantos da paisagem urbana que, por diferentes razões, foram desfigurados pelo homem com arquiteturas inacabadas. O non-finito, sinédoque de um conjunto invisível, está aberto a diferentes interpretações, não sò conceituais, mas também àquelas iniciações pelas quais: “as coisas podem começar a ser “. 1 Reflectindo sobre a temporalidade, a sobreposição e a vida indeterminada dum edifício, a intenção final do trabalho é de repensar as ruínas inacabadas e contemporâneas como lugares que podem ser regenerados e não so cancelados, como oportunidades de novos relacionamentos, que vao tornar-se uma qualidade para a cidade e não mais feridas visíveis. Reler a paisagem da degradação com novos olhos é uma oportunidade para reajustar os danos causados pelo homem em vista de um espaço para o futuro.
URI: http://hdl.handle.net/11144/3861
Appears in Collections:DA - Dissertações de Mestrado

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