Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/3176
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dc.contributor.authorDonário, Arlindo Alegre-
dc.contributor.authorSantos, Ricardo Borges dos-
dc.date.accessioned2017-08-08T14:16:13Z-
dc.date.available2017-08-08T14:16:13Z-
dc.date.issued2014-05-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/3176-
dc.description.abstractOs clássicos consideravam que a economia tenderia asituar-se normalmente ao nível do pleno emprego, se o Estado interviesse o mínimo na economia, de modo a que os mercados de bens e serviços, de trabalho ede capitais funcionassem livremente, o que implicava que a flexibilidade dospreços dos bens e serviços, dos salários e das taxas de juro actuariam automaticamente de modo a restabelecer o pleno emprego se o nível de emprego dele se afastasse. Um dos fundamentos desta teoria era a “lei” de Say ou “lei” dos mercados. O nível de actividade económica era determinado pelo lado da oferta, não existindo razão para a intervenção do Estado com utilização dos instrumentos orçamentais.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherUniversidade Autónoma de Lisboa. CARS – Centro de Análise Económica de Regulação Socialpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectEconomiapor
dc.subjectKeynespor
dc.titleDeterminação do rendimento no modelo Keynesianopor
dc.typeworkingPaperpor
dc.peerreviewednopor
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DCEE - Artigos/Papers
DCEE - Publicações Pedagógicas
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