Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/3014
Title: V.I.A.S. VersoItInerarI ambIentalI SInes
Authors: Vismara, Marina
Orientador: Lobo, Inês
Moreno, Joaquim
Keywords: Arquitectura
Sines
Issue Date: 8-Mar-2017
Abstract: Ao olharmos a cidade de Sines e o seu contexto reparamos que a sua estratigrafia é feita por três níveis: a indústria, o centro urbano e a água. A relação que existe entre eles não é homogénea e o resultado disso é uma descontinuidade difusa. A rua direita, o antigo eixo romano que conduzia de Santiago do Cacém até ao forte de Sines, atravessa estes três níveis diferentes. O percurso foi-se transformando e adaptando ao território ao longo dos anos e atualmente encontra-se seccionado pelos pipelines, as condutas que a partir dos anos 70 ligam as plataformas industriais com a estrutura portuária. A intenção, a partir da reinvenção do eixo romano, é criar uma conexão tangível, produzindo um novo sistema de comunicação gerador de novos espaços que estimulem o conhecimento, quer do território, quer da qualidade ambiental. O antigo caminho romano atravessa uma área exterior ao núcleo histórico, onde se encontram dois vazios urbanos, simétricos ao eixo do percurso. A intervenção nestes dois espaços passa por elevar um e baixar o outro, gerando dois pavilhões para o estudo e a analise do nível da poluição do ar, das aguas e do solo de Sines. O percurso de ligação entre os dois pavilhões desenvolve-se ao longo do caminho romano. É aqui que se introduzem novos espaços de apoio aos serviços já existentes, gerando, desta forma, um lugar de inter-relação entre a cidade e o cidadão, percetível a partir do nosso olhar.
Guardando la città di Sines e il suo contesto ci rendiamo conto che la sua stratigrafia è composta da tre livelli: l’industria, il centro urbano e l’acqua. La relazione esistente tra loro non è omogenea e il risultato di ciò è una discontinuità diffusa. La rua direita, l’antico asse romano che conduceva da Santiago do Cacém fino al forte di Sines, attraversa questi tre livelli differenti. Il suo percorso, trasformatosi e adattatosi al territorio con il passare degli anni, attualmente è sezionato dal passaggio degli oleodotti, le condutture che a partire dagli anni 70 collegano le piattaforme industriali con la struttura portuaria. L’intenzione, a partire dalla reinvenzione dell’asse romano, è quella di creare una connessione tangibile, producendo un nuovo sistema di comunicazione generatore di nuovi spazi che stimolino la conoscenza sia del territorio, sia della qualità dell’ambiente. L’antico cammino romano attraversa un’area esterna al centro storico, laddove si incontrano due vuoti urbani simmetrici rispetto all’asse del percorso. L’intervento in questi due spazi, attraverso l’elevazione di uno e l’interramento dell’altro, genera due padiglioni per lo studio e l’analisi dei livelli di inquinamento dell’aria, delle acque e del suolo di Sines. Il percorso che collega i due padiglioni si sviluppa lungo il cammino romano. È qui che si introducono nuovi spazi di appoggio ai servizi già esistenti, creando, così, un luogo di interrelazione tra la città e il cittadino, percettibile sin dal nostro sguardo.
URI: http://hdl.handle.net/11144/3014
Appears in Collections:DA - Dissertações de Mestrado

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