Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/2800
Title: Entre margens: o Tejo enquanto plataforma de conhecimento do território
Authors: Reis, Cristina Maria dos Santos
Orientador: Lobo, Inês
Vaz, João
Moreno, Joaquim
Keywords: Território
Paisagem
Palimpsesto
Memória
Viagem
Rio Tejo
Issue Date: 25-Oct-2016
Abstract: Face ao desconhecimento geral de muito do nosso património cultural e paisagístico, encetamos uma viagem pela redescoberta do território português, tendo como ponto de partida o rio Tejo, enquanto objecto de estudo. É na leitura das margens do rio como palimpsesto, que desvendamos as camadas que o constituem, estas permitem-nos ler a história e as memórias, que dele fizeram um importante eixo do país. Fernando Pessoa diz que “afinal, a melhor maneira de viajar é sentir”. Considera-se igualmente a viagem, como uma forma essencial para conhecer e apreender com todos os sentidos, os valores culturais e paisagísticos que testemunham a forma como o Homem se relacionou com o território ao longo do tempo. No século XVI, das margens do Tejo partiram as primeiras naus à descoberta de novas culturas e territórios, levando a cultura portuguesa mais além. É a partir destas que agora se propõem uma viagem que adquire uma outra dimensão: a do conhecimento do próprio território português. Como estratégia para a aquisição desse conhecimento, propõem-se uma nova viagem pelo país estabelecendo um percurso entre Lisboa e Vila Velha de Rodão. Este constitui-se enquanto observatório da paisagem: dividido em duas partes, um percurso fluvial e outro pedestre, permite duas formas distintas de ver, percorrer e experienciar o território, reactivando as suas paisagens e lugares. É em Rodão, a partir de um novo elemento arquitectónico contemporâneo, que se revela e preserva a memória das estruturas murarias identitárias, das margens do Tejo e do antigo Porto do Tejo: os muros de sirga. É sob a forma de um Centro de Investigação do Território Português, que esta memória se recupera e se preserva na actualidade, e se regenera o espaço, do antigo porto fluvial. Este é o ponto de chegada e o ponto de partida para novas viagens. Esta é a sugestão para uma nova leitura do espaço português, onde através da cartografia e da fotografia se permite conhecer e estudar um país e onde através do caminhar, nos relacionamos com ele. É por esta dicotomia - de paisagens e arquitecturas - que este território é agora revisitado.
URI: http://hdl.handle.net/11144/2800
Appears in Collections:DA - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
EntreMargens.Parte1.pdf137.89 MBAdobe PDFView/Open
EntreMargens.Parte2.pdf264.06 MBAdobe PDFView/Open


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote Currículo DeGóis 

Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.