Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/2324
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dc.contributor.authorSilva, Mónica-
dc.contributor.authorPereira, Paula-
dc.date.accessioned2015-12-29T15:54:02Z-
dc.date.available2015-12-29T15:54:02Z-
dc.date.issued1998-
dc.identifier.uri972-8129-27-8-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/2324-
dc.description.abstractO envolvimento de Portugal no Mediterrâneo foi uma consequência directa da sua adesão à União Europeia. Até 1986, a prioridade da política externa portuguesa era o Atlântico e dominava a ideia de que um envolvimento no Mediterrâneo se sobreporia às prioridades da política externa espanhola. A proximidade geográfica e os laços culturais e históricos com os países do Magrebe são argumentos suficientes para justificar uma política portuguesa para o Mediterrâneo. No entanto, a tradição isolacionista e anti-europeia e o facto de o país não ser banhado pelas águas do Mediterrâneo foram contra-argumentos esgrimidos pelos atlantistas.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleA política portuguesa para o Mediterrâneopor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleJanus 1998: suplemento: as Forças Armadas Portuguesaspor
dc.peerreviewednopor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/1998fa/1998fa_3_10.htmlpor
Appears in Collections:OBSERVARE - JANUS 1998: Suplemento - As Forças Armadas Portuguesas

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