Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11144/228
Title: Climas organizacionais autentizóticos, estratégias de coping, equipas de elevado: desempenho e experiência óptima
Authors: Laneiro, Tito
Orientador: Gonçalves, Gabriela Maria Ramos
Keywords: Clima organizacional
Fluxo
Equipas
Desempenho, EROE
Estratégias de Coping
Issue Date: 2011
Abstract: Os dois estudos que compõem esta tese tiveram por pressuposto que o trabalho nas organizações é efectuado maioritariamente em grupos de trabalho - considerados Equipas quando evoluem para um desempenho óptimo - tornando-se distintivas para a eficácia organizacional e para o bem-estar e realização dos colaboradores, especialmente se estes entrarem em estado de fluxo. O Estudo 1 teve como objectivo principal construir e desenvolver uma escala que pretendia aceder à relação óptima em equipa (EROE). A literatura apresenta que o fluxo pode 1) ser composto por um factor de primeira ordem; 2) ser constituído por nove factores independentes, em que cada item se correlaciona apenas com um factor; 3) ter cada item associado com um dos nove factores de primeira ordem, que por sua vez estão correlacionados com um factor de ordem superior. Questionámo-nos também se o constructo de fluxo poderia ser constituído por nove factores interdependentes no trabalho em equipa. A EROE é composta por 36 itens, (4 itens por dimensão) sendo respondida numa escala tipo Likert de 5 pontos. A amostra era composta por 635 participantes de várias zonas de Portugal, trabalhadores de diversas áreas de actividade. Após a recolha dos dados, efectuou-se o tratamento estatístico através dos programas SPSS 17 e AMOS 18, verificando-se que o modelo que mais se adequava para explicar o constructo era o composto por 9 factores interdependentes. Esta variação foi compreendida a partir de três perspectivas: 1) a EROE visa o contexto organizacional, e não o desportivo; 2) a dinâmica do trabalho em equipa numa organização é mais interdependente que no desporto individual (possivelmente uma forte explicação para a interdependência dos 9 factores); 3) a amostra portuguesa possui diferenças culturais significativas de outras onde foram efectuados estudos anteriores. Complementa-se esta tese com o Estudo 2 que ultrapassando algumas limitações empíricas, valida os resultados encontrados no Estudo 1, ou seja que o constructo de relação óptima no trabalho em equipa era composto por 9 factores interdependentes na nossa amostra de 104 participantes. O segundo estudo realizou-se em ambiente controlado num jogo de gestão logística denominado 24 Horas de Logística, no qual os participantes evoluíam em equipas competindo por alcançar os melhores resultados, traduzidos em pontos obtidos nas várias actividades que simulavam situações de gestão. Objectivou-se 1) analisar a forma como um clima organizacional positivo influenciava o desempenho da equipa, o fluxo e as estratégias de coping. 2) avaliar se estes últimos constructos influenciavam ou mediavam o desempenho. 3) analisar a possível influência das estratégias de coping no fluxo em equipa. Conclui-se haver uma influência positiva do clima organizacional testado, no fluxo do trabalho em equipa e uma influência negativa das estratégias de coping menos adaptativas no desempenho, bem como se detectou que existiam dimensões das estratégias de coping mais adaptativos na relação óptima do trabalho em equipa.
Peer reviewed: no
URI: http://hdl.handle.net/11144/228
Appears in Collections:DPS - Teses de Doutoramento
BUAL - Teses de Doutoramento

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