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dc.contributor.authorTomé, Luis-
dc.contributor.authorTomé, Paula Monge-
dc.date.accessioned2015-08-18T14:15:53Z-
dc.date.available2015-08-18T14:15:53Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.isbn972-8197-47-2-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11144/1710-
dc.description.abstractOs EUA demonstraram pouca confiança na acção colectiva, nomeadamente via NATO, para a realização de uma intervenção no Afeganistão. A coligação internacional angariada pelos EUA para a luta contra o terrorismo serviu sobretudo para a obtenção de apoio político para a “sua causa”. O sucesso desta campanha militar constituiu um tributo à capacidade militar americana, podendo contribuir para o reforço de ideias sobre a supremacia e a omnipotência americanas. A Rússia aproveitou a conjuntura para se oferecer como parceira dos EUA, o que lhe permitiu obter uma série de contrapartidas.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherOBSERVARE. Universidade Autónoma de Lisboapor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleNATO, Rússia e segurança europeia após o 11 de Setembropor
dc.typearticlepor
degois.publication.titleJanus 2003: A convulsão internacionalpor
dc.peerreviewednopor
dc.relation.publisherversionhttp://janusonline.pt/2003/2003_2_1_8.htmlpor
Appears in Collections:OBSERVARE - JANUS 2003 - A convulsão internacional

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